ProspeCAD no Face

Superfície de nuvem de pontos suavizada (referência externa) Recap e Civil 3D

Boa tarde !
A série de vídeos de Civil 3D e Recap continua. Segue mais uma aula abaixo:



Continuem sempre prestigiando e compartilhando as aulas !
Um abraço à todos!

Transformação LATLONG para UTM

Boa tarde!
Recebi um suporte para transformar levantamento Latlong para UTM em .txt. Vejam abaixo:


Para o software entender que é hemisfério sul para latitude e longitude devemos substituir "," por ",-" para que os valores fiquem negativos.


Como de costume abri uma template metrica e editei para o sistema de coordenadas que queria converter estes dados nas configurações do arquivo quando fossem importados (Edit Drawing Settings).


Feito isso, na criação de um novo formato de grupo de pontos topográficos dentro de IMPORT POINTS ou também na Settings, determinei as seguintes propriedades dentro da estrutura abaixo.



Inseri respectivamente as colunas Point Number (sem precisão de casas), DECDEG Latitude (graus decimas - o formato de unidades que se encontra incluindo a quantidade de casas decimais necessárias = 5) e o mesmo para DECDEG Longitude. Delimited by "," (dividido os caracteres por vírgula).


Selecione o mesmo formato de pontos criado ("latlong"). 


Uma vez aceito o levantamento, já será possível criar um grupo de pontos e dê OK. Veja que já foi possível a conversão das coordenadas mostradas na tela abaixo, na região em questão.


Percebam que o Este e Norte estão de acordo com a localização atribuída.
É isso. Resolvi compartilhar com vocês mais esse conhecimento.
Queria aproveitar e agradecer ao meu colega Nelson Tadeu que colaborou muito neste tutorial !
Até a próxima!


Volumes de terraplenagem em estudo rodoviário básico - Infraworks 360

Olá a todos frequentadores.
Um de nossos parceiros precisou levantar volume de terra no Infraworks 360 dentro de uma concepção ou ante-projeto direto do modelo de um projeto.
Testamos a ferramenta Optimized Profile (dentro do módulo Roadway Design - espero em outro post comentar mais detalhadamente este ferramenta para vocês) pois a mesma possibilita a seleção de um corredor ou rodovia para calcular por média das áreas entre as seções da rodovia (mais usual em normas reguladoras e pensando em aproximar o máximo possível de projeto executivo considerando uma discrepância natural).
Porém mesmo se fixássemos todos os PIVs e diminuirmos a quantidade dos mesmos para próximo da realidade do nosso estudo


O profile acaba sendo alterado de alguma maneira no relatório final, vejam a comparação:

Relatório final (diversos PIVs):


Profile View antes da otimização (4 PIVs):


Percebam que foram criados vários PIVs novos, modificando o estudo original.
Além disso, a mesma não permite a mudança de transição de duas seções gabaritos da pista, permitindo a seleção apenas de uma única.


Obs! Não estou criticando de maneira nenhuma o software, até porque este recurso tem o objetivo de encontrar o melhor greide possível, apenas estava encontrando uma maneira de aproximar os dois volumes conforme já explicado e foi desta forma que ensinei em uma de nossas consultorias.
Porém uma forma mais rápida e fácil obedecendo a transição das seções, não usando o método das áreas e sim volume composto é a ferramenta "Estatísticas do terreno" (idioma português) ou "Terrain Statistics" (idioma inglês), localizada na interface como mostro abaixo.


Acredito que quem tem o Infraworks LT é possível usa-lo (não sei dizer ao certo pois não faço parte do time de revenda ou parceiro da Autodesk, apenas sou colaborador da comunidade e participo de outros programas). Porém quem estiver interessado em saber posso ajuda-lo a responder.
De qualquer forma assistam o vídeo abaixo para entender o workflow. Na ocasião fiz um exemplo com uma surface simples e plana (imagem acima) para deixar mais elucidativo o corte e aterro e assim levantá-los mexendo no greide principal a partir do traçado horizontal da pista. 
Diferentemente do Civil 3D não é necessário ter duas surfaces. O dinamismo do software já fornece essa diferença pela mudança do terreno natural.
Dica: É possível gerar o modelo pelo Model Builder (não está incluso no Infraworks LT), fazer um estudo de acessos e interseções e então usar esta ferramenta. 
Quando os dados (alignment, profile, surface) vem do Civil 3D o software não entende as estatísticas, até porque quando vem do Civil 3D significa que estamos em uma etapa pós-projeto executivo como modelagem final (posso estar viajando demais aqui, mas acredito que seja isso. Talvez só a equipe de programadores responderia tal questão).
Enfim, chega de escrever e assistam o vídeo:



Façam suas críticas mas com educação, ok ?
Obrigado e até a próxima!




Nova área do Blog - Building Information Modeling !

Boa noite à todos!

Gostaria de introduzir você, membro do blog e leitor à um assunto não muito abordado por aqui mas que a partir de agora será amplamente enfatizado, o Building Information Modeling, sobretudo procurando tanger sempre sobre Engenharia de infraestrutura viária, urbana e transportes para diversos empreendimentos de várias concepções e uso e ocupação de solo diferentes.

Para tal, lançamos um menu superior no site para falar apenas sobre esse assunto e assim fornecemos um percepção e um propósito de tal com um nível não técnico mas sim gerencial, uma vez que já mostramos bastante coisas à respeito de colaboração e integração entre equipes inclusive apresentando vários materiais, cases e palestras para a Autodesk University, conteúdo presente por aqui. Para tanto serão usados dados históricos e pesquisas porém enfatizando principalmente a contextualização e o porque das vantagens e desafios na gerência de sua empresa.

Inicialmente, o objetivo não é dizer o que é BIM já que isto já está amplamente disseminado, mas sim mostrar meu ponto de vista sobre tal.

É notório que o blog Engenheiro Garlipp é conhecido nacionalmente hoje em nosso meio por conteúdos visando o conhecimento técnico de projetistas nas áreas de Civil 3D e correlacionadas.

Por isso, com a mudança no mercado e fazendo uma ponte para nossos clientes que aderiram tecnologias Autodesk, complementado ao meu empenho às questões teóricas e práticas baseadas à aplicabilidade em BIM estarei trabalhando o blog atendendo um público-alvo diferente neste menu, ou seja, para quem especificamente gere todo o negócio, contrata projetos, pessoas e outros ativos e realizam os empreendimentos para mostrar a eficiência, produtividade e outras qualidades agregadas desta nova metodologia que está entrando de vez no mercado e mostrando como as coisas devem ser feitas, sempre sob minha óptica.

É inevitável dizer que o mercado e a ProspeCAD se situa nisso, que os negócios estão mudando e que nosso foco principal é o treinamento/consultoria corporativa visando fornecer a qualidade técnica de uma equipe que está disposta e engajada à mudar a forma de conduzir um projeto para que possamos atender as necessidades de gestão de pessoas, integração, custos, viabilidade, e todos os outros processos que vinculam o conceito BIM com a melhor forma de gerenciamento do mesmo, sobretudo na área de engenharia de infraestrutura urbana viária.

Iniciarei nos próximos dias algumas pesquisas que venho fazendo para demonstrar como e porque estamos falando tanto disso e como isso pode ser aplicado em sua empresa. Será dado enfoque inicialmente baseado no manual do BIM aliada à minha formação acadêmica.

Então espero vocês por aqui prestigiando, discutindo e dando o seu ponto de vista!
Um abraço à todos!


Vamos falar de dinheiro (BIM) ?

Bom dia !
Estou aqui conforme prometido. Venho consolidar algumas leituras que fiz estes dias complementado em fundamentação teórica e também prática.
Existem diversas alternativas para melhorar todo o processo do BIM partindo de quem está contratando:

1. É necessário que se faça uma pesquisa no mercado para encontrar perfis de consultores que possuam conhecimentos e especialidades necessárias para que os mesmos organizem os processos e organização hierárquica dentro de determinada empresa. Essa necessidade tem o objetivo de desenvolver um modelo proposto como nos EUA chamado DB (Design - Build) ou simplesmente Projeto-Construção que fornece uma melhor comunicação (principal falha apontada em estudos para projetos no Brasil e no mundo), qualidade, escopo e integração.

Este conceito de organização permite um escopo mais eficiente desde o planejamento (fase quando todos os Stakeholders participam efetivamente de diversas alternativas e projetos pilotos) uma vez que o mesmo fornece requisitos suficientes para mitigar os custos.
No modelo antigo chamado DDB (Design-Bid-Build) os engenheiros e projetistas são contratados individualmente após o planejamento do empreendimento, não podendo participar efetivamente para dar suas opiniões técnicas altamente válidas.

As vantagens desta proposta é que além do ganho de produtividade da equipe, há o engajamento, integração e diminuição dos riscos oriundos de modelos antigos quando existiam a presença de custos incorridos resultantes de desenhos 2D pouco detalhados, incluindo várias NOTAS de omissão nos documentos causado pela insegurança de profissionais que se viam obrigados a se isentar de responsabilidades sobre os valores que eram levantados para estudos orçamentários e encaminhados aos fabricantes e construtores, fazendo com que fossem gerados produtos finais mais pobres em detalhes e confiabilidade.

Hoje no Brasil existem muitas organizações com este tipo de problema.

Esta figura mostra as incoerências em função da integração das equipes e as fronteiras organizacionais típicas, causa de um modelo de distância de comunicação e integração entre os stakeholders conforme mostra o manual do BIM.
O proprietário (construtora ou incorporadora) contrata a arquitetura para elaborar o planejamento, os engenheiros e projetistas são subcontratados e estão abaixo na hierarquia respondendo para arquitetura e empreiteiro. A arquitetura fica responsável por boa parte do projeto e se relaciona com todas as partes.



Com esse modelo modernizado que está sendo empregado no mercado é natural que estas organizações busquem atingir um nível de competência importante para seu pleno funcionamento.

Com a participação dos stakeholders no termo de abertura do projeto fica claro de que o escopo será melhor usado para coletar e definir maior quantidade de requisitos possíveis desde início do estudo, buscando uma melhor alternativa e fazendo com que o projeto executivo tenha menos problemas à serem resolvidos no futuro até a fase de construção, operação e manutenção, conforme acordado no contrato combinado entre o cliente e empreendedor, contribuindo assim para ambos e mantendo um processo padrão de trabalho respeitando as práticas do modelo, economizando tempo e ganhando eficiencia/produtividade.



2. Com um modelo advindo de ferramentas específicas do BIM é possível extrair melhores quantitativos e diminuir os riscos quando os empreendedores e construtoras analisarão o ROI (retorno sobre o investimento) com o objetivo de se utilizarem de recursos necessários para estimar os custos com margens necessárias uma vez que os dados trazem maior confiabilidade, e assim permitindo uma disponibilidade maior de capital e aumentando a linha de contingência para poder usufruir de um projeto/empreendimento financeiramente mais sustentável e mais interessante do ponto de vista dos mesmos, tendo pouca distorção de valores entre o estimado e o real com base no modelo e método usado.



Vejo hoje em dia algumas empresas (inclusive alguns de nossos clientes) implantando esta metodologia aos poucos, sobretudo as médias e emergentes onde "se plantar desde a raiz" tal conceito é um grande negócio em detrimento de grandes empresas onde existem processos engessados e barreiras culturais sendo estas menos suscetíveis à mudanças.
Sem falar de todas as outras exigências governamentais e esforço do mercado tendenciando à tal modelo, temos ainda todas as vantagens de processos de gerenciamento integrados ao objetivo final que é famoso "save money".
Amigos, nos próximos dias trarei mais assuntos para debater/filosofar sobre o tema.
Um abraço à todos e continuem ligados!
Façam seus comentários, sejam eles positivos ou negativos. Apenas demonstrando os pontos de vistas conseguimos discutir e crescer juntos, buscando melhores soluções em nosso setor para o país!

Um novo perfil de empresas e pessoas no segmento AEC

Boa tarde,
Entre os diversos benefícios que o BIM pode trazer existe um muito importante, o uso coerente da verba pública e privada.
Para solucionar esta questão é necessário que os setores públicos e privados trabalhem juntos para que tenhamos projetos mais inteligentes, eficazes, confiáveis e responsáveis do ponto de vista da segurança e também em termos financeiros, tornando-os mais sustentáveis e menos onerosos.
Sabemos que uma grande dificuldade no Brasil pelo fato de sua cultura é a morosidade com que as coisas são feitas, gerida muitas vezes pelo desinteresse ou descaso dos orgãos públicos.
Hoje em dia estamos vivenciando fiscalizações sobre o uso exorbitante dos nossos ativos e isso inevitavelmente implicará na exigência de projetos com maior qualidade e confiabilidade com as empresas privadas sendo as maiores afetadas (no bom sentido).E o que o BIM tem a ver ? Tudo, simplesmente pois os requisitos são mais consistentes assim como toda a parte de gestão como já abordado aqui neste blog.
Portanto para que os proprietários e empreendedores se adaptem antes à esta metodologia e também para que consigam uma oportunidade para se tornar mais efetivo do ponto de vista da competitividade são necessárias boas práticas sobre gestões desde o escopo dentro do contrato com o consultor contemplando avaliações e feedbacks para métricas geradas no final do trabalho garantindo o sucesso do projeto e também sobre o gerenciamento de pessoas quando necessitarão buscar interna ou externamente os colaboradores com o perfil de administrador BIM sejam através de prestadores de serviços ou fornecedores com estas qualificações, podendo também negociar ou pré-designar profissionais competentes remanejando-os para tal projeto piloto.
O treinamento para aprimoramento da competências técnicas ou administrativas seja para os terceiros ou internamente é um procedimento importante para que todos da equipe estejam alinhados, integrados e nivelados em prol do BIM, causando uma evolução na parte técnica e organizacional de uma empresa. Dentro disso, um possível plano de implantação é usar estudos antigos feitos em sistema CAD e reconstruí-los em BIM para então comparar as métricas.
Para podermos evoluir com o BIM no país é necessário proprietários que tenham o desejo e a necessidade de se tornarem percursores para serem usados como modelos para outras futuras empresas que dependerão desta mesma demanda de metodologia.
Estamos vivemos uma fase de transformação de processos mais antiquados com menor confiabilidade para outros mais inteligentes, eficientes e responsáveis sempre norteando sobre como deve se fazer projetos no mundo, com forte tendência de mudanças no Brasil.
Portanto, parece obvio e lógico que o modelo BIM é uma alternativa que deve ser implementada nas empresas que querem se manter competitivas no segmento de AEC dentro do cenário atual e tais práticas de gerência devem ser adotadas para tal.

Webinário ProspeCAD: CONTEXTUALIZANDO O BIM PARA GESTÃO DE PESSOAS, PROCESSOS E FERRAMENTAS NA INFRAESTRUTURA.


Boa tarde à todos!
Na próxima quarta-feira às 10:00 da manhã  (07/06/17) estarei apresentando um webinário gratuíto ao vivo sobre o tema: 
CONTEXTUALIZANDO O BIM PARA GESTÃO DE PESSOAS, PROCESSOS E FERRAMENTAS NA INFRAESTRUTURA.


Iremos participar do chat ao vivo e sortearemos 2 vídeo-aulas entre os participantes:

Clique no vídeo abaixo e em lembrete e não se esqueça de digitar seu email no chat para participar do evento e sorteio.


Será realizada uma explanação sobre o conceito do BIM (Building Information Modeling), seus benefícios, tendências e aplicação na área de infraestrutura em agrimensura e engenharia civil. Serão abordadas quais metodologias estão sendo adotadas para desenvolvimento do mesmo passando por pessoas, processos, ferramentas (AutoCAD Civil 3D, Autodesk Recap, Infraworks e Navisworks) e suas interoperabilidades, além da compatibilização destes tópicos com as vertentes propostas durante o ciclo de vida útil de projeto em interface com a obra e ainda sobre sua implantação nas organizações com o objetivo de mudar o cenário atual para que se faça projetos de uma melhor forma.

Nos vemos lá!
Um abraço!

Boa tarde!
Disponibilizo nesta postagem o hangout da palestra online apresentada nesta manhã do dia 07/06/2017 conforme prometido.
CLIQUE AQUI PARA BAIXAR !

Bons estudos e obrigado pelo interesse!
Abraços!

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