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Volumes de terraplenagem em estudo rodoviário básico - Infraworks 360

Olá a todos frequentadores.
Um de nossos parceiros precisou levantar volume de terra no Infraworks 360 dentro de uma concepção ou ante-projeto direto do modelo de um projeto.
Testamos a ferramenta Optimized Profile (dentro do módulo Roadway Design - espero em outro post comentar mais detalhadamente este ferramenta para vocês) pois a mesma possibilita a seleção de um corredor ou rodovia para calcular por média das áreas entre as seções da rodovia (mais usual em normas reguladoras e pensando em aproximar o máximo possível de projeto executivo considerando uma discrepância natural).
Porém mesmo se fixássemos todos os PIVs e diminuirmos a quantidade dos mesmos para próximo da realidade do nosso estudo


O profile acaba sendo alterado de alguma maneira no relatório final, vejam a comparação:

Relatório final (diversos PIVs):


Profile View antes da otimização (4 PIVs):


Percebam que foram criados vários PIVs novos, modificando o estudo original.
Além disso, a mesma não permite a mudança de transição de duas seções gabaritos da pista, permitindo a seleção apenas de uma única.


Obs! Não estou criticando de maneira nenhuma o software, até porque este recurso tem o objetivo de encontrar o melhor greide possível, apenas estava encontrando uma maneira de aproximar os dois volumes conforme já explicado e foi desta forma que ensinei em uma de nossas consultorias.
Porém uma forma mais rápida e fácil obedecendo a transição das seções, não usando o método das áreas e sim volume composto é a ferramenta "Estatísticas do terreno" (idioma português) ou "Terrain Statistics" (idioma inglês), localizada na interface como mostro abaixo.


Acredito que quem tem o Infraworks LT é possível usa-lo (não sei dizer ao certo pois não faço parte do time de revenda ou parceiro da Autodesk, apenas sou colaborador da comunidade e participo de outros programas). Porém quem estiver interessado em saber posso ajuda-lo a responder.
De qualquer forma assistam o vídeo abaixo para entender o workflow. Na ocasião fiz um exemplo com uma surface simples e plana (imagem acima) para deixar mais elucidativo o corte e aterro e assim levantá-los mexendo no greide principal a partir do traçado horizontal da pista. 
Diferentemente do Civil 3D não é necessário ter duas surfaces. O dinamismo do software já fornece essa diferença pela mudança do terreno natural.
Dica: É possível gerar o modelo pelo Model Builder (não está incluso no Infraworks LT), fazer um estudo de acessos e interseções e então usar esta ferramenta. 
Quando os dados (alignment, profile, surface) vem do Civil 3D o software não entende as estatísticas, até porque quando vem do Civil 3D significa que estamos em uma etapa pós-projeto executivo como modelagem final (posso estar viajando demais aqui, mas acredito que seja isso. Talvez só a equipe de programadores responderia tal questão).
Enfim, chega de escrever e assistam o vídeo:



Façam suas críticas mas com educação, ok ?
Obrigado e até a próxima!




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